Criada a lei municipal que contempla a cultura

Os vereadores aprovaram a semana municipal da cultura. Ainda na sessão, foram votados cinco requerimentos. ‘, ‘

Em segunda discussão e votação, os vereadores de Francisco Beltrão aprovaram por unanimidade a criação da semana municipal de cultura e arte, que foi proposto pelo vereador Pedro Tufão(DEM). Agora, o prefeito Cleber Fontana(PSDB) tem 90 dias para sancionar a lei. Na sequência da pauta realizada nesta terça-feira, 14, a vereadora Elenir Maciel(PP) apresentou um requerimento solicitando melhorias e investimentos no cemitério municipal, principalmente em relação ao embelezamento  e reformas estruturais. Além disso, a vereadora apontou a possibilidade de um estudo para a implantação de um ossário municipal.

Em conjunto, os vereadores Camilo Rafagnin(PT), Rodrigo Inhoatto(PDT) e Elenir Maciel(PP) querem saber o destino do lixo reciclável da prefeitura, sugerindo que seja remetido para a associação dos catadores de papel do município.

O vereador Viro de Graauw(PT) solicitou informações sobre o andamento das obras nas Escolas Municipais Epitácio Pessoa(Secção Jacaré), Nossa Senhora de Fátima(Nova Concórdia), Pedro Algeri(Vila Nova) e Quinze de Outubro(Jardim Floresta), e se, as obras federais estão sendo liberadas para a conclusão das escolas. O vereador Dile Tonello(PMN) encaminhou um ofício para as atletas da Associação Beltronense da Bocha, Abelbo, pela conquista do título do campeonato paranaense disputado em Coronel Vivida, no início de março.

Para finalizar, o vereador Camilo Rafagnin(PT) solicitou que seja aplicado e regulamentado a lei de 2010, que criou o “Projeto Ouro Azul”, que autoriza o executivo a prestar apoio financeiro aos produtores rurais que preservam as fontes d´água.

Após a sessão

Ao término dos trabalhos dos vereadores foi aberto espaço para Associação de Proteção à Pessoa com Transtorno de Espectro Autista (AMA-FB), cuja presidente da entidade, Juliane Castanha pode fazer uma explanação dos trabalhos desenvolvidos e a apresentação das reivindicações necessárias para o funcionamento da casa. “Precisamos de um espaço mais amplo para atendimento de mais crianças. Para nossa sobrevivência, o pai dos nossos alunos bancam o aluguel e a psicóloga e a fonoaudióloga são voluntárias”, destacou Juliane. Ela disse ainda, que o prefeito Cleber Fontana(PSDB) se comprometeu em ajudar a entidade que passa por muitas dificuldades.